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Tecnologia

Seu smartphone pode cegar você

Pesquisa da University of Toledo, dos EUA, aponta que luz azul das telas mata células dos olhos.

FreeImages.com
Estudo norte-americano detalha como células do olho são prejudicadas pela luz azul, tanto a solar quanto a dos smartphones e tablets
Pesquisadores da University of Toledo, dos Estados Unidos, publicaram agora em agosto estudo sobre o impacto da luz azul e ultravioleta sobre os olhos. O estudo observou o fenômeno químico que acontece quando células fotorreceptoras são expostas a brilho azul e detalhou seu papel na degradação dos olhos, que nos EUA é a principal causa para cegueira durante o envelhecimento.

Os pesquisadores, que publicaram o relatório em um artigo científico na revista especializada Scientific Reports, explicaram que já era conhecido que a luz azul e a ultravioleta prejudicam a visão, mas que seu estudo é o primeiro a detalhar como isso acontece. As luzes de outras cores não têm efeito perigoso, conforme o estudo, mas a azul destrói células. Ao longo dos anos, este efeito causa doenças como a degeneração macular, que é causa de cegueira entre os 50 e 60 anos. Não há cura.

Os cientistas estão agora fazendo um novo estudo sobre a intensidade da luz azul presente nos celulares, tablets e televisores. Em condições normais, um dos pesquisadores comenta que o brilho do celular pode oferecer níveis seguros, ou comparáveis aos da luz solar diurna refletida no ambiente. Porém, ao olhar a tela do smartphone ou do tablet no escuro, à noite ou em quartos fechados, a exposição aumenta e pode se tornar mais perigosa.

Entre as recomendações práticas, estão não passar muito tempo observando telas brilhantes no escuro. Outra sugestão é utilizar óculos com proteção contra UV, que costuma ser aplicada em lentes de grau, o que diminui a exposição.

Veja divulgação sobre o estudo original, em inglês, no site da universidade


Denúncia de que o Google rastreia usuário sem autorização

Relatório diz que informações são armazenadas automaticamente.

Reprodução
Logotipo do Google Maps para plataformas móveis. Relatório diz que o app armazena dados sobre localização do usuário mesmo sem autorização
Os serviços de smartphone da Google armazenam dados de localização dos usuários mesmo quando as configurações de privacidade estão ajustadas para desligar estes recursos, de acordo com um novo relatório da Associated Press que ganhou repercussão mundial nesta segunda-feira (13). Enquanto a companhia pede permissão dos usuários para compartilhar a informação da localização com seus aplicativos, ela não suspende seus serviços de rastreio quando a pessoa pausa o Histórico de Localização, mostra o estudo.

O Google Maps, por exemplo, coleta informações quando o usuário simplesmente abre o aplicativo. Já as atualizações diárias automáticas do clima nos celulares Android dão um dado aproximado sobre a localização do usuário. Pesquisadores de ciência da computação confirmaram as descobertas da AP.

A mensagem oficial do Google é para promover a autonomia do usuário quando o assunto é decidir qual informação compartilhar: "Você pode desligar o Histórico de Localização a qualquer momento. Com o Histórico de Localização desligado, os lugares aos quais você vai não são mais armazenados", afirma a página de privacidade da empresa. A AP, no entanto, afirma que isso não é verdade. Mesmo pausando o Histórico de Localização, alguns aplicativos do Google armazenam, automaticamente, dados de localização com a data sem a permissão do usuário, descobriu a agência.

Em comunicado à agência de notícias, o Google afirmou: "Damos descrições claras dessas ferramentas, e controles robustos para que as pessoas possam ligá-las ou desligá-las, e apagar seus históricos a qualquer momento." Procurado pela Bloomberg, o Google não respondeu imediatamente, notícia divulgada pela Agência Globo.

Uma fatia significativa da receita da gigante das buscas vem da venda de anúncios, que é impulsionada por dados gerados por usuários, que fornecem informações úteis para usuários como métricas de tráfego.

Usa cartão SD no celular? Cuidado!

Falha de segurança foi detectada pela empresa especializada Checkpoin.

Divulgação
Símbolo do Android Marshmallow, próximo sistema operacional para dispositivos móveis da Google
Se você tem smartphone com Android e usa cartão microSD, tome cuidado com uma falha de segurança que acaba de ser descoberta. A empresa Checkpoint, especializada em segurança digital, anunciou no congresso Defcon que identificou uma brecha no sistema operacional que atua no gerenciamento do cartão. O defeito fica no chamado firmware, o sistema que vem dentro dos aparelhos, e permitiria que hackers tenham acesso ao telefone, roubem dados e até assumam o controle do smartphone.

A falha fica no gerenciador de permissões para o controle da memória expandida de armazenamento, aquela que é ativada quando o usuário usa um cartão microSD para aumentar o espaço disponível. Por causa de um problema de segurança, um código malicioso pode ser usado para acessar o sistema inteiro do aparelho a partir desta falha.

De acordo com a Checkpoint, o problema só pode ser explorado mediante código embutido num app de gerenciamento de armazenamento.

COMO EVITAR

* Nos próximos dias as fabricantes de aparelhos e o Google devem lançar atualizações de sistema para corrigir a falha. Se você tem o telefone configurado para atualizações de sistema automáticas, elas devem entrar sozinhas. Se você está no modo manual, esteja atento para avisos de atualização urgente de segurança.

* Como a falha só pode ser explorada a partir de um app, não instale aplicativos que foram adquiridos fora da loja oficial do Android, a Google Play. Se você já instalou algum gerenciador de armazenamento que foi adquirido fora do Google Play, desinstale ou não use nos próximos dias.

Facebook está testando serviço de Paquera

Função da rede social ainda está em teste fechado.

Loic Venance/AFP
Facebook: rede social prepara serviço de namoro
A imprensa especializada internacional descobriu que o Facebook já está testando seu novo serviço de Paquera. Trata-se de uma função que busca concorrer com o app Tinder, popular aplicativo de namoro.

Um aplicativo semelhante ao Tinder já havia sido anunciado pelo Facebook em maio, porém não haviam sido dados detalhes. Agora, as informações existentes são de que o serviço vai se chamar Paquera e não vai ser um app separado do Facebook. O usuário poderá criar um perfil separado do seu e optar ou não por fazer parte. As postagens e o movimento do Paquera não vão aparecer na linha do tempo principal do usuário. A ideia é manter os relacionamentos pessoais mais reservados.

Ainda não há informação sobre entrada do serviço novo. Algumas vezes, o Facebook até descarta experimentos deste tipo. Em outros casos, começa implementações regionais, testando primeiro uma localidade geográfica específica, para depois ampliar a distribuição.