Olá leitor, tudo bem?

Use os í­cones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, ví­deos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Av. Dorival Cândido Luz de Oliveira, 6423 (parada 63) - Monte Belo - Gravataí - CEP: 94050-000
Fones: (51) 3489-4000

Central do Assinante: (51) 3600.3636
Central de Vendas: (51) 3591.2020
Whatsapp: (51) 99101.0318
XYZ

Morreu um dos músicos do The Monkees

Peter Tork fazia parte do grupo famoso na televisão e nas paradas dos anos 60, frequentemente comparado com os Beatles.

Foto por:
Descrição da foto:
Peter Tork, o excêntrico artista folk que alcançou a fama na década de 1960 com a banda The Monkees, morreu aos 77 anos, anunciou sua equipe nesta quinta-feira (21). "Com pesar e o coração partido compartilhamos a devastadora notícia de que nosso amigo, mentor, mestre e alma incrível, Peter Tork, deixou este mundo", publicou a equipe em sua página oficial no Facebook, sem especificar as causas da morte.

O músico foi diagnosticado em 2009 com um carcinoma adenoide cístico, uma forma rara de câncer na língua."Não há palavras por enquanto... o coração está partido pela perda de nosso irmão Monkee", tuitou o vocalista e baterista Mickey Dolenz, um dos últimos sobreviventes da banda.

The Monkees, um grupo de pop rock de quatro integrantes, foi criado em 1965, inicialmente como um programa de televisão que ganhou dois prêmios Emmy, e em 1967 superou em vendas os Beatles e os Rolling Stones. Canções como "Daydream Believer", "I'm a Believer" e "Last Train to Clarksville" lideraram as listas de popularidade, embora os quatro músicos tenham recebido críticas de que eram uma imitação dos Beatles.

Entre 1966 e 1970, a banda lançou nove álbuns e depois se dissolveu, mas voltou a se juntar em várias combinações ao longo dos anos. Tork, tecladista e baixista do grupo, criou o personagem de "burro" adorável dos Monkees, mas depois começou a se ressentir com a banda, à medida que suas ambições musicais cresciam. Nascido em Washington em 13 de fevereiro de 1942, Tork teve aulas de piano e estudou trompa francesa.

Isso non eczisste. Morreu Padre Quevedo

Irmão jesuíta famoso por desmascarar charlatões morreu em Belo Horizonte.

Morreu aos 88 anos nesta madrugada em Belo Horizonte, após problemas cardíacos, o jesuíta Óscar González-Quevedo, mais conhecido como Padre Quevedo. Ele ficou famoso como estudioso de parapsicologia, em especial explicando supostas ocorrências sobrenaturais e desmascarando charlatões.

Padre Quevedo foi uma figura pop no Brasil na primeira década dos anos 2000, por conta de entrevistas em grandes jornais e até um programa no Fantástico, no qual repetia seu mais famoso bordão: "Isso non eczisste!"

Entre os casos famosos dos quais participou Quevedo está Uri Geller, suposto paranormal que entortava talheres nos anos 70. O religioso foi um dos que explicaram publicamente que Geller, na verdade, era um hábil prestidigitador e fazia truques que um bom mágico de salão sabe fazer.

Quevedo nasceu na Espanha, mas se radicou no Brasil. Ele morava desde 2012 em um lar para jesuítas idosos em Belo Horizonte.

WiFi Ralph é divertido para grandes e pequenos

Continuação de Detona Ralph é um pouco longa, mas diverte.

Foto por: Divulgação/Disney
Descrição da foto: Na continuação de Detona Ralph, Vanelope e Ralph vão para a Internet e causam a maior confusão
Com o subtítulo de Quebrando a Internet, WiFi Ralph é a continuação da animação Detona Ralph, de 2012. Enquanto o primeiro filme era uma brincadeira com o mundo dos videogames, este aqui inclui na paródia a Internet em geral. As crianças vão curtir os personagens conhecidos e outros novos, e para os pais também pode ser divertido pescar referências e entender piadas mais adultas que ficam nas entrelinhas.

O filme começa seis anos depois de Detona Ralph. O grandão Ralph, vilão de um game de arcade tipo Donkey Kong dos anos 80, segue amigo de Vanelope, princesa campeã de corridas da Corrida Doce. Só que uma confusão armada pelo cara faz com que o videogame dela corra risco de ser aposentado para sempre. Os dois partem em uma busca na Internet para ver se acham um peça de reposição.
No caminho, a dupla conhece uma série de tipões, como um mecanismo de busca que fica tentando adivinhar a próxima coisa que se vai falar e um trambiqueiro que promete ganhar dinheiro fácil só jogando videogame, além de toda uma empresa de youtubers.

Lembrando um pouco Tron, ao qual faz referência direta, WiFi Ralph diverte ao imaginar a Internet como uma metrópole agitada, cheia de vias expressas do tráfico de banda larga, e na qual as zonas decadentes têm cartazes de conexão discada. Google, Facebook e Amazon são arranha-céus. O baixo mundo, cheio de bandidos e gente estranha, é a Deep Web.

Muitos ingredientes da história divertem da mesma forma que Detona Ralph, fazendo paródias de games. Vanelope fica fascinada por um jogo de corridas extremamente violento, muito parecido com o popular Grand Theft Auto. O filme é bem longo (mais de 120 minutos) e se arrasta um pouco do meio para o fim, com várias reviravoltas e uma série de lições de moral que podiam ter sido resumidas. Mas a garotada se diverte do mesmo jeito.

Vale o filme inteiro uma sequência em que Vanelope encontra todas as princesas da Disney, inclusive tirando sarro umas das outras. A meninada vibra.

O Doutrinador é catarse para geração revoltada com política

Filme brasileiro de super-heróis está batendo recordes de permanência nos cinemas.

Foto por: divulgação
Descrição da foto: Cena do filme brasileiro de super-heróis O Doutrinador
Tem uma coisa interessante acontecendo com O Doutrinador. Esta inédita aventura brasileira de super-heróis, baseada em história em quadrinhos e com todas as cenas de ação e efeitos especiais a que tem direito, está começando a bater recorde de permanência nas salas de cinema. O filme estreou no começo de novembro e segue firme.

O sucesso vem, em parte, porque é uma bem-vinda refrescada no cinema comercial brasileiro, que nesta última década anda num regime quase que exclusivo de comédias. Mas tem mais coisa aí também. O filme é bom. Mais do que isso, tem um senso de timing formidável.
Kiko Pissolato vive o policial Miguel, que trabalha em uma espécie de Bope misturado com Polícia Federal. Após uma tragédia familiar em que sofreu uma perda dramática agravada por falta de atendimento em hospital público, ele decide partir para um confronto contra um governador corrupto acusado, justamente, de desviar dinheiro da saúde. É o início de uma série de justiçamentos de políticos sujos. Usando uma máscara, a imprensa passa a chamá-lo de Doutrinador, e ele entra na mira dos poderosos e também dos colegas policiais.

Baseado nos quadrinhos de Luciano Cunha e com direção de dois realizadores experientes na tevê, Gustavo Bonafé e Fábio Mendonça, O Doutrinador tem boa fotografia e montagem, cenas de ação bem feitas e até boas atuações. A história tem lá os seus clichês e furos, como é comum nos filmes de ação, mas funciona até melhor que a média dos filmes importados de super-heróis. Sobretudo, O Doutrinador capitaliza a insatisfação nacional com a corrupção e o crime, tema que impactou dramaticamente nas eleições. É extremamente violento (a recomendação é 16 anos), até como uma forma de catarse, mostrando castigos terríveis para criminosos de colarinho branco, às vezes sob palmas da plateia. Seu herói é uma mistura entre Batman, Justiceiro e Capitão Nascimento. Mensagem política à parte, é divertido.

Promete virar série.